Eu gosto de acreditar em coincidências. (Ou em subconsciente, não sei qual das opções se aplicaria melhor nesse caso) Hoje, depois de meses (literalmente) eu decidi que era a hora de colocar o Manual no ar. Ainda estou fazendo um ajuste aqui e outro ali, organizando melhor algumas ideias e pensamentos, mas, de mais à mais, ele ficou bem do jeitinho que eu queria.
Quis aproveitar que estou de pernas pro ar porque extraí os quatro sisos ontem para escrever o(s) primeiro(s) post(s) – os plurais, entre parênteses, porque eu estou sendo otimista e acreditando que assim que eu terminar este post eu não vou recair no looping de coisas aleatórias e seriados legais. (O que eu sei que vai acontecer!)
E, daí, como num bom e velho blog-diário-virtual-2006 (que, caso você ainda não saiba, é a ideia geral que eu tenho para o MdA), eu estava tentando pensar em um bom título para o post. Lembro que nessa época aí, a gente usava trecho de música, frase de filme e todas essas coisas para dar nome aos bois, digo, posts. E foi o que eu resolvi fazer.
Pouco adiantou
Pato Fu – Perdendo Dentes
Acender cigarro
Falar palavrão
Perder a razão
Eu já fui uma pessoa muito apaixonada por Pato Fu. Vez ou outra ainda me pego cantarolando uma ou outra música deles e, às vezes, ainda passo um tempinho ouvindo o MTV ao Vivo Pato Fu: no Museu de Arte da Pampulha, porque taí uma coisa altamente mineira (e eu não sou de negar minhas raízes!)
Então, fui ouvir a música que deu nome ao post – pela ironia de perder dentes e tudo mais – e percebi o quanto ela se “parece comigo”. E como ela faz um bom plano de fundo para esse post inaugural:
Eu quis ser eu mesmo
Pato Fu – Perdendo Dentes
Eu quis ser alguém
Mas sou como os outros
Que não são ninguém
Ser adulto é confuso. É complicado. Mas é divertido. E por mais que eu só esteja descobrindo isso agora (hehehe), acho que no fundo, no fundo, vou me dar bem com essa coisa de “crescer”.